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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Filho do cientista suíço Emílio Augusto Goeldi, Oswaldo Goeldi nasceu no Rio de Janeiro em 31 de outubro de 1895 e morreu também no Rio de Janeiro em 16 de fevereiro de 1961.Ele foi para várias cidades como Belém, no Pará,em Berna, na Suiça, em Zurique, também na Suiça, em Genebra, na Itália, até realizar sua primeira exposição em 1917 na cidade de Berna na Galeria Wyss.
Em 1923 ele começa a utilizar a técnica denominada Xilogravura e em 1930 ele lança um livro juntamente com Manuel Bandeira.Em 1937 fez suas primeiras xilogravuras coloridas e sua ultima exposição registrada ocorreu em 1995,100 anos depois de ter nascido, no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro.
Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Osvaldo_Goeldi
Imagens:











Ilustrações de Oswaldo Goeldi
Links:http://www.carcasse.com/revista/o_gabinete/xilogravura_expressionista_no_brasil/index.php,
http://armazendatuca.blogspot.com/2008/09/homenagem-oswaldo-goeldi.html
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/frontdorio/posts/2007/01/08/os-nossos-herois-possiveis-45680.asp.

domingo, 22 de agosto de 2010




-Francisco Gregório, nº12

sábado, 21 de agosto de 2010

Literatura de Cordel

Literatura de cordel é um tipo de poesia, impressa em folhetos e expostos para venda em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome literatura de cordel. A literatura de cordel foi originada em Portugal, onde penduravam os folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil é chamado pelo mesmo nome, mas é pendurado em cordas ou cordéis. A literatura de cordel brasileira têm xilogravuras na capa dos folhetos e rimas nos poemas. Normalmente as estrofes têm seis, oito ou dez versos. À vezes os cordelistas recitam a poesia acompanhada com violas.
Tiago Vieira de Campos Krause nº35 7ºano G

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Francisco Maringelli

Francisco Maringelli nasceu em 27 de Janeiro de 1959 em São Paulo. Atuou como professor, xilógrafo e gravador. Ele se formou em artes plásticas pela escola de comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1984 e em arquitetura e urbanismo na FAU em 1989. Trabalhou em oficinas de gravura em relevo e xilogravura e monitorou várias exposições. Trabalhou sendo professor na EEPSG Major Telmo Coelho Filho em Osasco e na fundação Cassiano Ricardo em São José do Rio Preto.





-Francisco Gregório nº12

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

xilogravura


Gustavo Akira Kawakami 16 7G

domingo, 15 de agosto de 2010

Marcelo Alves Soares

Marcelo Alves Soares, é filho do poeta José Soares, nascido em 1955, em Olinda, Pernambuco ele é pintor, artista gráfico, e é um dos xilógrafos brasileiros com mais destaque atualmente, e claro como o pai é poeta.

A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos, sendo que quando são expostos para venda são pendurados em cordas ou cordéis, daí o seu nome. Os versos são escritos em forma rimada.
A xilogravura é uma técnica que usa a madeira como matriz, possibilitando a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte. E seguindo essa idéia, o pernambucano Marcelo Alves Soares expões suas xilogravuras no XIII Festival Nacional de Arte (Fenart) em vários suportes. Além da tradicional capa de cordel, o artista também exercita sua xilogravura em azulejos, bolsas, camisas e tecido.




Gustavo Akira Kawakami 7G 16

terça-feira, 3 de agosto de 2010

José Costa Leite

José Costa Leite

Nasceu em 27 de julho de 1927, em Sapé na Paraíba. Diz que nunca frequentara a escola, e aprendera a ler soletrando folhetos de cordel. Em 1938, muda-se com a família para Pernambuco.
Exerce todas as atividades ligadas à literatura popular: é poeta, editor, ilustrador e continua a vender folhetos, de feira em feira.
Em 1976, recebe o Prêmio Leandro Gomes de Barros, da Universidade Regional do Nordeste, pelo conjunto de sua obra, talvez a mais extensa da literatura de cordel brasileira, em número de títulos.
Obras de arte
Suas xilogravuras ilustram inúmeros folhetos. Em 2005, José Costa Leite é o convidado especial de uma exposição realizada no Musée du Dessin et de l’Estampe Originale de Gravelines (França), onde também dá ateliês de xilogravura.
Ao completar 80 anos, em 2007, foi homenageado na Paraíba, juntamente com o escritor Ariano Suassuna, e recebe o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, reconhecimento máximo de um artista de múltiplos talentos, que fez da poesia e da beleza a matéria-prima de seu labor.


Táles nº34 7g